Projetos atuais

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Marcos Cesar da Rocha Seruffo - Integrante / Flavio Rafael Trindade Moura - Integrante / Leonardo da Conceição Estevam - Integrante / Ágila Chaves - Integrante / Albert Einstein Coutinho dos Santos - Integrante / Aline da Paixão Furtado - Integrante / André Augusto Montenegro - Integrante / Antonio Cleison de Souza Costa - Integrante / Camila Silva Pina - Integrante / Cristiano Descovi Schimith - Integrante / Daniel Alvino Mesquita - Integrante / Edivan Nascimento Pereira - Integrante / Eduardo Lima dos Santos Gomes - Integrante / Elcio Alaudio Silva de Moraes - Integrante / Fernanda dos Anjos Veiga - Integrante / Gabriel Villas Boas de Amorim Lima - Integrante / Kelly Alvino Teixeira - Integrante / Lilian Cristina Wanzeller de Melo - Integrante / Lucas Luciano Sousa Batista - Integrante / Lucas Vasconcelos do Nascimento - Integrante / Maria do Carmo Campos Silva - Integrante / Maria Madalena Costa Freire - Integrante / Maria Madalene Costa Freire - Integrante / Maria Marlene Alvino Teixeira - Integrante / Maurea da Costa Araújo - Integrante / Mayara Alvino Moura - Integrante / Nívia da Silva Lisboa - Integrante / Renato Martins das Neves - Coordenador / Silvaneide de Queiróz Corte Brilho - Integrante / Tales Henrique Almeida Vaz Pereira Rocha - Integrante.

O projeto justifica-se com fito de promover o desenvolvimento humano e social equitativo da Comunidade Quilombola do Igarapé Preto, no município de Oeiras do Pará - PA, por meio das famílias que desenvolvem suas práticas culturais agroalimentares e, assim, apresentam vocação para integrar uma rede de comunitários-empreendedores interessados em escoar a produção agroalimentar local através de um modelo de negócios de hospitalidade de base comunitária. Assim, objetiva-se oferecer a oportunidade de troca de conhecimentos, saberes voltada ao desenvolvimento de habilidades e competências nos participantes, no que se refere à inclusão social e cidadania, na instrumentalização inovadora para o empreendedorismo em negócios relacionados às práticas culturais agroalimentares e na hospitalidade, contribuindo, assim, para a redução do índice de conflitos socioambientais e na formação de empreendedores, orientada para os elementos estratégicos do desenvolvimento local com base comunitária e sustentável. Para tanto, o público-alvo são os comunitários da Terra Quilombola do Igarapé Preto, que atuam ou pretendam atuar com as suas práticas culturais agroalimentares e a hospitalidade, e queiram ter habilidades para o fomento do empreendedorismo comunitário. Ademais, por meio das práxis denominadas de oficinas de aprendizagem social e cursos de capacitação e gestão, procurar-se-á contextualizar os vários aspectos do empreendedorismo comunitário voltado à competitividade e a inovação dos negócios. Para o desenvolvimento deste conjunto de ações serão realizadas atividades de ensino, pesquisa e extensão, envolvendo mobilização institucional, técnica e comunitária, oficinas, palestras e cursos e prestação de assistência técnica e desenvolvimento de estudos e diagnóstico socioambiental. Para isso, o referido projeto terá a periodicidade de 12 meses para execução das suas ações, as quais estarão agrupadas em três núcleos, quais sejam: Núcleo I, Inclusão produtiva e desenvolvimento local; Núcleo II, Infraestrutura e qualidade de vida e Núcleo IIl, Tecnologia e Informação. No Núcleo I, ocorrerá a capacitação dos comunitários, através da oferta de cursos voltados a fomentar o empreendedorismo sustentável e tradicional. No Núcleo Il, serão projetados os espaços físicos de uso comunitário da comunidade de Igarapé Preto. Já no Núcleo III, será desenvolvido um suporte online para a divulgação das ações do projeto, bem como as potencialidades culturais, turísticas e ambientais do referido território quilombola.
 


Marcos Cesar da Rocha Seruffo - Integrante / Paulo André Ignacio Pontes - Coordenador / Leonardo da Conceição Estevam - Integrante / Bianca Cristina dos Santos Brito - Integrante / Pedro Dimas da Cunha Lima - Integrante.

A proposta deste projeto de pesquisa descrita nesse texto apresenta sua relevância social, visto que o Relatório de Monitoramento Global da Educação 2020, emitido pela da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, importante documento da área questiona as principais soluções políticas, os obstáculos à implementação, os mecanismos de coordenação, os canais de financiamento e o monitoramento da educação inclusiva. Pensando nesta problemática é proposto o desenvolvimento de um protótipo de aplicativo móvel e avaliação de sua usabilidade para jogos educativos adaptados em libras, e assim desenvolver um material acessível a LIBRAS que venha somar no aprendizado não somente da aluna matriculada, mas que seja um material disponibilizado para qualquer outro aluno que possa vir estudar no IFPA e possua a surdez. E uma vez que a educação inclusiva tem vindo a ser reconhecida como uma meta a atingir pelos sistemas educativos em todo mundo, alguns autores sublinham a urgência de criar comunidades de aprendizagem inclusivas para todos alunos (Curcic, 2009; Katz, 2012; 2013; UNESCO, 2009).
 


Integrantes: Marcos Cesar da Rocha Seruffo - Integrante / Hieda Adriana Nascimento Silva - Integrante / Roberto Célio Limão de Oliveira - Integrante / Jefferson Magalhães de Morais - Integrante / Adriano Madureira dos Santos - Integrante / Flavio Rafael Trindade Moura - Integrante / Walter dos Santos Oliveira Junior - Coordenador / Bárbara Chagas da Silva - Integrante / Ana Cláudia Longo da Silva Braga - Integrante / Emanuelle Giovanda Rosas Silva - Integrante.

Este projeto foi aprovado na Chamada Pública CNPq/MCTI/SEMPI nº 21/2021 - Recursos Humanos em Áreas Estratégicas (RHAE) - Pesquisador na Empresa. Este projeto visa aprimorar o App Geometricando VR e AR em sua versão 2.0 para facilitar o ensino e o aprendizado da educação básica de Matemática em especial a geometria plana e espacial, utilizando inteligência artificial (IA) para reconhecer padrões em streaming nos ambientes de realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR) criados a partir de objetos e paisagens da amazônia.
 


Marcos Cesar da Rocha Seruffo - Coordenador / Nelson Cruz Sampaio Neto - Integrante / Francês, Carlos Renato Lisboa - Integrante / JOSE RAIMUNDO DE ARAUJO CARVALHO JUNIOR - Integrante / ALDEBARO BARRETO DA ROCHA KLAUTAU JUNIOR - Integrante / THIAGO ANDRE PIEROBOM DE AVILA - Integrante / BRUNO AMARAL MACHADO - Integrante / MARIA DOLORES MONTOYA DIAZ - Integrante / PAULA CARVALHO PEREDA - Integrante / DIEGO DE MARIA ANDRE - Integrante / ANTONIO RODRIGUES FERREIRA JUNIOR - Integrante / KAREN CRISTINA ALVES PESSOA - Integrante / DIJACI DAVID DE OLIVEIRA - Integrante / SIMONE DE JESUS - Integrante / CHARLES CASIMIRO CAVALCANTE - Integrante / LORENA HAKAK MARCAL - Integrante / ANGELITA PEREIRA DE LIMA - Integrante / RAYANI MARIANO DOS SANTOS - Integrante.

A Covid-19 espalhou-se rapidamente pelo mundo. Cifras mais recentes apontam para um número de mortes no Brasil maior que 600 mil, acompanhado de evidências claras de uma deterioração socioeconômica generalizada: violência contra a mulher e crianças, pobreza e desigualdade, desigualdades de gênero, retorno da inflação, estagnação econômica, prejuízos cognitivos em jovens e crianças, depreciação da saúde mental, entre outros. A evolução distinta da Covid 19 nos estados brasileiros levou os governos federal, estaduais e municipais a introduzir numerosas medidas (Intervenções Não Farmacêuticas - INFs) de saúde pública e de enfrentamento econômico que muitas vezes variaram significativamente por estado. Essas medidas incluem, entre outras: 1) quarentena forçada e voluntária; 2) interrupção de atividades econômicas não essenciais; 3) restrições à mobilidade; e 4) transferências condicionais de dinheiro para famílias pobres. Embora as evidências sugiram que essas medidas tenham reduzido a disseminação do vírus, elas também tiveram o potencial de aumentar a exposição das mulheres à violência doméstica. As INFs induzem as pessoas a permanecerem em casa, às vezes por longos períodos, aumentando a exposição potencial à violência doméstica e familiar contra a mulher (VDFCM). Considerando que a VDFCM ocorre essencialmente em casa (Wilkinson & Hamerschlag, 2005), a resposta à pandemia de Covid-19 pode suscitar conflitos domésticos e violência através de vários canais: 1) o aumento do tempo gasto em casa se traduz diretamente em maior exposição ao perpetrador; 2) o isolamento também pode reduzir o acesso a redes informais de apoio e proteção; 3) o estresse induzido economicamente pode aumentar ainda mais os conflitos domésticos (Layard, R., et al. 2016); e 4) a pandemia pode reduzir a capacidade de buscar serviços especializados em casos de DFCM. Apesar da prevalência esperada da VDFCM e das evidências anedóticas acima, existe pouca pesquisa abrangente sobre o efeito da Covid-19 na violência doméstica, especialmente no Brasil. Pesquisas iniciais mostram que a VDFCM aumentou durante os estágios iniciais da Covid-19 entre 10-27% nos EUA (Leslie e Wilson, 2020; Boserup et al. 2020), cerca de 100% na Itália (Colagrossi et al. 2020) e 0,47 desvios padrão em áreas com o confinamento mais rigoroso na Índia. Avaliar e entender o impacto da COVID 19 na violência doméstica é um ?problema complexo? social, econômico, tecnológico e de saúde pública com implicações no comportamento humano em toda a sua gama de crenças, saberes, interações socioeconômicas e relações com a natureza e com as instituições. Qualquer tentativa de responder a essa questão demandará uma equipe transdisciplinar. Ademais, deve haver um foco para fazer com que as descobertas científicas possam ser úteis, tornando-se programas, intervenções ou ?tecnologias sociais? para subsidiar um plano de retomada pós-pandemia que seja sensível às desigualdades de gênero estruturais e históricas.
 

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